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segunda-feira, 28 de maio de 2012
O império carolíngio
Carlos Magno sucedeu seu pai, Pepino, o breve. Ele reforçou a aliança do reino franco com a igreja e estendeu as fronteiras do reino em direção ao leste, promovendo uma fase de grande prosperidade econômica e cultural. Carlos Magno submeteu Saxões, Boêmios, Morávios e Lombardos e combateu Muçulmanos na Península Ibérica. A batalha contra os muçulmanos inspirou um dos temas da canção de Rolando. Escrita no início do século XII, a canção de Rolando é um poema ético popular em que os personagens são mais lendários que históricos. Rolando, sobrinho de Carlos Magno e valente guerreiro, integrava os Doze Pares da França, grupo que atuava como conselho de guerra e guarda pessoal de Carlos Magno. A canção ajudou a imortalizar o império de Carlos Magno como defensor da cristandade.
As tribos germânicas
As primeiras tribos germânicas que se estabeleceram nas regiões do Império Romano não organizavam a sociedade em torno de um estado. Elas eram pagãs (aquelas pessoas que não forma batizadas na fé cristã, seguidoras de religiões politeístas) e não conheciam a escrita. As terras que ocupavam perteciam a comunidade e eram divididas anualmente entre as famílias para o cultivo. Em períodos de paz, as tribos germânica não possuiam uma autoridade central. Os chefes das famílias se reuniam em assembleias populares para decidir os rumos da comunidade. As assembleias decidiam a guerra e a paz e a julgavam casos de traição, crimes de guerra e atos desonrosos.
segunda-feira, 21 de maio de 2012
O paraíso e o inferno
O homem medieval imaginava o Inferno como um lugar de opressão e tortura, onde os condenados se deparavam com fogo, demônios, instrumentos de tortura e dores físicas. Na visão cristã medieval, o paraíso, ao, contrário, era um local harmonioso e belo. Lá, as almas encontravam os anjos, ouviam a música dos astros, ficavam rodeadas de luzes e tinham liberdade de espaço e movimento.
O clero
O clero se dividia em dois grupos: Alto clero e baixo clero. O alto clero era formado basicamente por filhos de famílias nobres. Eles tinham terra e muito poder e, geralmente eram os únicos letrados. Eram responsáveis pela administração das igrejas e das propriedades pertencentes ao clero. O baixo clero era composto por Párocos e monges. Eles exerciam funções mais simples, ligadas ao cotidiano dos camponeses, como realizar batismos e casamentos.
sábado, 19 de maio de 2012
A nobreza
Nobreza representa o estamento de maior estrato, sendo geralmente hereditária. Aos nobres pertenciam grande parte dos territórios conquistados, recebidos dos monarcas como prêmio das vitórias e batalhas, portanto o controle político. Beneficiavam de duas regalias muito importantes: A jurisdição privativa sobre os moradores dos seus domínios senhoriais (isso até o fim da Idade Média, no século XIV) e, por vezes a isenção de tributos. A nobreza está associada a um título nobiliário e pode estar ligada ao governo de um território, sendo que cada país tem suas regras quanto a nobiliarquia
sexta-feira, 18 de maio de 2012
Classes sociais na era do Feudalismo
-A nobreza: Eram conhecidos como senhores feudais, os nobres podiam possuir vários servos para prestarem serviço. Tinham como principal função, guerrear e exercer poder político sobre as demais classes.
-O clero: Os padres, Bispos e outras classes religiosas, o Clero fazia parte das igrejas, que era a maior instituição pública da Idade Média na era do Feudalismo.
O que são classes sociais?
Uma classe social é um grupo de pessoas que têm status social similar segundo critérios diversos, especialmente o econômico. Diferencia-se da casta social na medida em que ao membro de uma dada casta normalmente é impossível mudar de status.
Segundo a óptica marxista, em praticamente toda sociedade, seja ela pré-capitalista ou caracterizada por um Capitalismo desenvolvido, existe a classe dominante, que controla direta ou indiretamente o Estado, e as classes dominadas
por aquela, reproduzida inexoravelmente por uma estrutura social
implantada pela classe dominante. Segundo a mesma visão de mundo, a
história da humanidade é a sucessão das lutas de classes,
de forma que sempre que uma classe dominada passa a assumir o papel de
classe dominante, surge em seu lugar uma nova classe dominada, e aquela
impõe a sua estrutura social mais adequada para a perpetuação da
exploração.
O Feudalismo
O feudalismo consiste em um conjunto de práticas envolvendo questões de
ordem econômica, social e política. Entre os séculos V e X, a Europa
Ocidental sofreu uma série de transformações que possibilitaram o
surgimento dessas novas maneiras de se pensar, agir e relacionar. De
modo geral, a configuração do mundo feudal está vinculada a duas
experiências históricas concomitantes: a crise do Império Romano e as
Invasões Bárbaras.
A economia sofreu uma retração das atividades comerciais, as moedas perderam seu espaço de circulação e a produção agrícola ganhara caráter subsistente. Nesse período, a crise do Império Romano tinha favorecido um processo de ruralização das populações que não mais podiam empreender atividades comerciais. Isso ocorreu em razão das constantes guerras promovidas pelas invasões bárbaras e a crise dos centros urbanos constituídos durante o auge da civilização clássica.
A economia sofreu uma retração das atividades comerciais, as moedas perderam seu espaço de circulação e a produção agrícola ganhara caráter subsistente. Nesse período, a crise do Império Romano tinha favorecido um processo de ruralização das populações que não mais podiam empreender atividades comerciais. Isso ocorreu em razão das constantes guerras promovidas pelas invasões bárbaras e a crise dos centros urbanos constituídos durante o auge da civilização clássica.
quarta-feira, 9 de maio de 2012
Religião na Idade Média
Na Idade Média, a Igreja Católica dominava o
cenário religioso. Detentora do poder espiritual, a Igreja influenciava o modo
de pensar, a psicologia e as formas de comportamento na Idade Média. A igreja
também tinha grande poder econômico, pois possuía terras em grande quantidade e
até mesmo servos trabalhando. Os monges viviam em mosteiros e eram responsáveis
pela proteção espiritual da sociedade. Passavam grande parte do tempo rezando e
copiando livros e a Bíblia.
A cavalaria medieval
Além dos cavaleiros , homens que os senhores feudais eram obrigados a apresentar lanças, a cavalaria era constituída pelos escudeiros, cavaleiros das ordens religiosas e dos concelhos (também conhecidos por cavaleiros-vilão) e "cavaleiros da espora dourada" (estes eram ricos, mas sem nobreza).
Cada lança constituía uma fila formada pelo seu chefe, designado por homem de armas, pelo seu escudeiro, pelo pagem, dois arqueiros a cavalo ou besteiros e por um espadachim. Cinco ou seis filas formavam uma bandeira, subordinada a um chefe. E um certo número de bandeiras constituía uma companhia de homens de armas.
Cada lança constituía uma fila formada pelo seu chefe, designado por homem de armas, pelo seu escudeiro, pelo pagem, dois arqueiros a cavalo ou besteiros e por um espadachim. Cinco ou seis filas formavam uma bandeira, subordinada a um chefe. E um certo número de bandeiras constituía uma companhia de homens de armas.
Características dos cavaleiros
Ascensão dos cavaleiros

Quando a cavalaria enfrentava outra cavalaria, o ataque em velocidade e o contato resultante era violento. Lutar montado era prestigioso por causa do alto custo dos cavalos, armas e armaduras. Somente indivíduos abastados, ou os serventes dos ricos, podiam lutar a cavalo.
Reis do fim da Idade Média tinham pouco dinheiro para pagar por grandes contingentes de cavalaria, a qual era cara. Guerreiros eram feitos vassalos e recebiam feudos. Esperava-se que eles utilizassem os lucros com a terra para comprar cavalos e equipamentos. Em muitos casos, vassalos mantinham grupos de soldados profissionais.
Cavaleiro do século XXI o tempo de Carlos Magno, guerreiros montados se tornaram a unidade militar de elite dos francos e essa inovação se espalhou pela Europa. Lutar de um cavalo era mais glorioso pois o homem montado cavalgava em direção à batalha, movia-se rapidamente e atropelava os inimigos de classe baixa a pé.
Reis do fim da Idade Média tinham pouco dinheiro para pagar por grandes contingentes de cavalaria, a qual era cara. Guerreiros eram feitos vassalos e recebiam feudos. Esperava-se que eles utilizassem os lucros com a terra para comprar cavalos e equipamentos. Em muitos casos, vassalos mantinham grupos de soldados profissionais.
Torneios
Os cavaleiros medievais costumam participar de torneios. Estes eventos festivos contavam com lutas e disputas entre os cavaleiros de uma região. Era uma das diversões no período do feudalismo. Apenas os grandes e mais majestosos cavaleiros das épocas, eles eram mandados pelos seus feudos.
O que os cavaleiros usavam
Na idade média, era muito comum os cavaleiros usarem armaduras e armas feitas por grandes artesãos. Suas armas eram machados, adagas, bestas e muitas outras. As armaduras eram normalmente feitas de ferro, algumas eram feitas apartir do ouro, porém somente príncipes tinham essa honra. Veja agora várias armaduras e armas de cavaleiros medievais para quem tem curiosidade de como eram as coisas na Idade Média.
quinta-feira, 3 de maio de 2012
Cerimônia de homenagem
Vassalagem e suserania formavam um sistema sócio-econômico da idade média entre o vassalo e seu suserano. Nessa relação, o vassalo recebia terras, objetos materiais ou até mesmo, os castelos de seu suserano(senhor), mas em compensação, o vassalo prometia paz e fidelidade ao seu senhor. Havia uma cerimônia chamada de cerimônia de homenagem, nela, o vassalo e o suserano faziam seus laços de fidelidade. Na cerimônia, o Vassalo colocava as mãos entre as mãos do suserano, prometendo-lhe paz, lealdade e fidelidade. Geralmente, os suseranos eram os reis, pois tinham melhor classe na idade média. Já os vassalos eram cavaleiros, pois eles davam suas vidas para protegerem os seus suseranos ou reis.
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